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 Ruas de Skind.

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Alessa Devener

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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Dom Mar 20, 2016 8:21 pm



Alessa entrava, nem era preciso convidar duas vezes, mas fiquem atentos, ela foi convidada, mulher inútil, você permitia que uma cria de Caim entrasse em sua casa e ainda lhe dava abrigo. Que bondade, vadia desgraçada, você poderia morrer fácil, e morrer de forma lenta.

Ela poderia descansar com as filhas dela. Lembra dos seus irmãos Alessa, dos pequenos inocentes, que não tinham culpa de ter pais como vocês tinham? Ela lembrava e colocava a mão direita sobre o peito, no lado oco, do coração, do orgão que pulsava dia e noite mantendo-a viva naquela escuridão eterna.

- Não posso... - Falou baixo, pra si mesma, como alguém com medo, com receio de ser pega ali e ser levada pro sol, pra fora, pra virar cinzas e ficar junto de tantos outros que já foram contemplados com a beleza da morte certa.

- Senhora trabalha em algum lugar...? - Perguntou repentinamente, deixando de olhar pra casa que estava apenas iluminada pela luz vinda da cozinha.

Mas, ela falou que não havia luz na casa, não falou? Ela mentia? Ela era uma vadia luxuriosa que mentia pra uma pobre estranha que pedia ajuda? As mãos fecharam-se junto ao corpo, ela baixava a cabeça, controlava a Coisa, mas a Coisa xiava em seus ouvidos, era uma mistura de gritos desesperados de porcos sendo abatidos com facas e crianças chorando.

Tirou dinheiro do bolso interno da jaqueta entregando pra mulher.

- Obrigada pela ajuda... Não quis ir embora com algum táxi, não confio nestes desgraçados... E sai zonza da festa que estava... - Explicava, ela era boa, ela era muito boa na verda pra dar desculpas. Era dinheiro suficiente pra ela manter aquela criança que estava com fome e a mãe por uma semana ali na cidade perdida.

- O pai delas não te ajuda em nada? - Porque os pais nunca ajudavam? Porque diabos eles precisavam sumir e deixar crianças com fome, perdidas naquela cidade infernal e desesperadas a ponto de venderem a alma e os corpos pra maníacos satisfazerem suas vontades, enquanto elas deixavam de ser humanas, pra se tornarem zumbis, trocando uma noite de sua vidas por um pedaço de pão.

Alessa não falava com raiva, pelo contrário ela precisava entender e compreender pra depois poder matar, porque por mais que a Coisa lhe arranhasse os ouvidos com aqueles gritos semelhantes a porcos morrendo ela ainda tinha alguma esfera de lucidez em si.

Porque só os maus devem cair, e ser esmagados pelas mãos dos fortes.

Depois da conversa ela iria pro quarto das meninas, ver as outras, se é que existiam, e nem por isso deixaria de ter cuidado. Porque ela disse não haver luz na casa, mas havia a luz da cozinha.
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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Dom Mar 20, 2016 8:47 pm

A mulher parecia mais depressiva do que realmente raivosa, ela senta novamente na cozinha e fica bebendo seu vinha sob a luz de uma lamparina à diesel.

- Como eu posso trabalhar enquanto tenho que cuidar dessas crianças? Eu nem sei quem é o pai delas... P'ra você eu devo parecer um monstro, né? Uma garotinha igual você indo p'ra festas no quinto dos infernos e ainda se predendo por lá... É, cuidado p'ra não acabar igual eu, papai e mamãe não duram p'ra sempre e depois que esses diabinhos começarem a sair de você, sua vida acaba. Mas o lado bom é que a minha mais velha daqui a pouco já começa a trabalhar, se a gente não morrer de fome até lá o problema se resolve.

A mulher aceita o dinheiro de Alessa, então enfia no bolso e volta a beber.
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Alessa Devener

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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Dom Mar 20, 2016 9:26 pm

- Ela vai trabalhar em que, senhora? - Pergunta demonstrando curiosidade acerca da vida daquela família, sem parecer ter alguma dose de maldade nas palavras.

Senta numa cadeira em frente a mulher, sentia o cheiro do vinho barato usado pra tentar acabar com aquela solidão e desespero, lembrou da mãe, fazia a mesma coisa, só que com vinhos caros, que comprariam o sustento daquela família por um ano, cada garrafa.

Foi até a cozinha com aquela sofredora mãe, e encostou a porta, depois de acomodar a menina na cama junto da irmã. A garotinha ia dormir.

E acontecia,
A mão esquerda ia pra jaqueta que estava em seu colo agora, ela a largou alegando estar com um pouco de calor, deveria ser efeito das bebidas e foi pegando algo leve e de metal, ela passava a outra mão num dos ombros da mulher, consolando-a, com certo grau de afeto, mesmo sendo uma estranha naquela humilde casa.

- Não fique assim, as coisas podem melhorar, afinal cada um tem o que merece na vida, não é? - Arqueou uma sobrancelha e deu um meio sorriso como um anjo faria, e então riu alto, empurrando o ombro da mulher, segurando-o com força, depois de enfiar um canivete pequeno no ventre dela.

A lâmina rasgaria do começo da "boca do estômago" até o começo da virilha, fazendo um corte profundo quase em linha reta, ela tinha precisão no que fazia, pois, seus conhecimentos permitiriam aquilo.

Ela sorria de modo macabro puxando os lábios pro canto esquerdo do rosto, e com um olhar mergulhado no vazio.

Enfiaria a jaqueta na boca da mulher, pra ela não gritar e acordar as crianças, porque somente os maus devem pagar, porque você não trabalha ao invés de abrir as pernas vadia suja? Pensava isso, e o eco dos gritos desesperados de porcos no abate vinha de novo.

Levantou como uma felina e foi para trás da mulher agonizando, tornando a enfiar a lamina agora em seu pescoço num corte preciso em linha horizontal, cortando-lhe a garganta de um lado a outro. Abaixou o rosto e apertou contra o da mulher, dizendo.

- Morre porca prenha... Vai levar pro inferno este porquinho... Vão todos virar carne moída nos dentes de algum demônio, eu mesma posso roubar a alma de vocês e oferecer pra algum dos deuses mortos... - Era maldade. Pura maldade em seu tom de voz, afogando os gritos dela empurrando o tecido da jaqueta de veludo vermelho na boca da mulher, que perdia os sentidos.

- Pra que ter mais crias, sua desgraçada...? Corta o inicio, corta o útero arranca ele com os dentes...
- Era isso, ela precisava disso, afundou mais a lamina e viu aquela coisinha dentro dela, fragil remexendo o corpo frágil e perdendo a vida com a mulher que perdia a dela.

- Morre docinho... Vai virar comida pros cães de Satã... - Arrancava aquilo de dentro dela, jogando do lado do corpo da mãe já sem vida. A humana caia lentamente, escorregando da cadeira e parando sentada no chão, Alessa a punha encostada num dos pés da mesa.

- Segura seu filhote, sua suja... - Colocava o corpo do bebê no colo da mãe.

Enfiou o canivete duas, três até chegar ao número sete no corpo da criança, e tratou de sugar o sangue da mãe que ainda restava. Largou a jaqueta e com a outra mão procurou pelo ovário da vaca, quando o achou ela simplesmente procurou arrancá-lo e se não tivesse forças pra isso ela o rasgaria.  

- Pronto, não vai mais ter crias... Não vai mais beber essa coisa fedorenta... - Pegou a garrafa com a mão direita e jogou todo o liquido no corpo da mãe morta, e sobre o bebê. Porque eles mereciam, porque não era hora da criança nascer, Alessa sabia disso, a Coisa disse, não disse?

- Mentirosinha desgraçada... Não culpe a Coisa, você fez porque quis, você é uma menininha má, e... - Parou abruptamente de falar consigo mesma, enquanto lambia o sangue da mulher de duas mãos como um gato sedento por leite no pote.


- Agora vamos lavar as mãos e colocar as meninas pra dormir... - Alessa levantava, puxando o corpo aberto da mulher pra um canto, colocando-a na dispensa e jogava o bebê sobre o mesmo. Lavava as mãos, e o rosto, limpando com algum pano que viesse a achar na cozinha e sairia da cozinha trancando a porta, levando a chave consigo.

Ela cantava baixinho, Hush Little Baby.



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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Dom Mar 20, 2016 9:44 pm

Alessa ouvia um estalo, então via a mulher com a mão na frente de seu rosto estalando os dedos.

- Hey, tudo bem menina? Você usou o que nessa festa?

Alessa estava divagando, em outro mundo, imaginando as coisas em um plano que não o seu. Mas ela não vivia sozinha nesse mundinho dela, a voz tambem via aquilo.

- É isso mesmo, Alessa, essa mulher merece tudo isso, não é? Você sabe que sim, ela só existe p'ra se prostutuir em troca de drogas e procriar como um rato, mas ela já está ficando velha, ninguém mais vai querer ela daqui a pouco, então vai chegar a vez das filhas seguirem o mesmo caminho... Você acha justo, Alessa?
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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Sex Mar 25, 2016 7:12 pm

- Hã...? Oi... - Alessa olhava pra mulher, ela havia estalado os dedos na frente do seu rosto, pois, ela mais uma vez se perdia nas encruzilhadas escuras por onde a Coisa lhe levava, por vezes. Ela simulou um sorriso torto e voltou sua atenção pra mulher.

Ela bebia vinho.

Não tinham dinheiro pra comida, mas havia vinho.

Isso é algo estranho, não é?

Pois, ela estava grávida e bebia, prejudicando a criança no ventre e deixando as outras filhas com fome. Maldita seja, esta raça humana, porcos desgraçados que pensam apenas no prazer momentâneo, e não se preocupam com o amanhã, vendo apenas o próprio rabo.

A Malkaviana ia deixar a mulher em paz, mas a Coisa falou usou as palavras certas,

"Logo vai chegar a vez das filhas seguirem o mesmo caminho...".

- Não... Eu já volto. Preciso ir ao banheiro, senhora. Eu acho... - Falou num tom ameno, parecendo sonolenta, porque ela tinha certo dom para ser outras, na verdade ela era muitas.

Alessa passou pela mulher que bebia, deixando os dedos encostarem de leve no ombro direito dela, e passou pela porta, indo pela sala procurou pela porta do quarto das meninas. Trancou-a. Foi até o banheiro, lavou o rosto. E voltou de lá, tornando a cozinha, ela primeiro veria uma coisa:

*se a mulher estava olhando para trás.

Caso não estivesse olhando para trás, ela chegaria usando seu canivete na nuca da bêbada. Enfiando com certa precisão, levando a ponta para cima, o que deveria causar morte quase imediata.

Caso ela estivesse olhando para trás, Alessa daria um abraço de boa noite na mulher, como forma de agradecer pela oferta da estadia, mas acabaria cortando-lhe a jugular. Ela queria ver seu sangue de um jeito ou de outro.

Não merecia viver. Mesmo que a criança precisasse morrer pra isso.

"Mas, aquele Mundo é cruel demais, e vir pra ele é burrice, pequeno...".

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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Sex Mar 25, 2016 7:41 pm

A lâmina de Alessa desliza por entre duas vértebras da mulher, embora a garota tenha que fazer bastante força para conseguir isso. Não há grito ou barulho, a mulher apenas tensionava seus músculos e continuava sentada, estática, assustada enquanto perdia a conciência.

Ao tirar a lâmina o sangue começa a escorrer para as costas da vítima, ele desce sem fazer muita sujeira e logo se esconde novamente dentro de seu casaco. Ela estava morta, ainda sentada, e em breve o humano em seu ventre também morreria.

Enquanto o corpo da mulher relaxava perdendo a tensão muscular, seu braço cai da mesa e leva junto o copo que ela estava usando para beber seu vinho, que atinge o chão e se parte em vários pedaços com um barulho alto.

Alguns ssegundos depois uma das garotas tenta abrir a porta do quarto, mas está trancada.

- Mãe? Você trancou a porta?

(Alessa perdeu um ponto de humanidade)

(04:30)
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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Sab Mar 26, 2016 9:36 pm

Ela fora precisa em sua ação.

A vitima sequer gemeu ou urrou de dor, não teve forças para isso, o golpe foi certeiro e a força empregada pela vampira foi suficiente para fazer o estrago. Pouco sangue saiu daquele ferimento, ficou observando o corpo dela contorcer-se levemente, os últimos espasmos, ultimo suspiro.

- Shh... Vá... Ele te espera, vadia... - Sussurrou olhando por cima da cabeça da mulher, e ajeitando o cabelo da mesma com a mão livre.

Alessa bebia do sangue ainda morno da mulher, mordendo seu pescoço.
Depois limparia o ferimento para não ser detectada.
Guardou a lâmina no casaco depois de terminar o serviço, limpando-a na pia da cozinha.

- Merda... - O diabo morava mesmo mesmo nos detalhes, e ela havia esquecido daquele pequeno detalhe que denunciava sua ação. A garrafa escapou as mãos enfraquecidas da mulher, e quebrou fazendo barulho suficiente para acordar uma das garotas.

Alessa sentiu um tremor percorrer seu corpo, algo nela se perdia, ela sabia exatamente o que era, aquele pouco de Humanidade que existia em si ia se perdendo, e isso não era bom, não para alguém com aquela natureza tão sombria.

Poderia ficar ali e matar as outras duas garotas, mas já tirou duas vidas naquela noite, bastava.

- Hoje vocês vivem, amanhã, não se sabe... - Procurou por algo na cozinha, encontrou uma pilha de contas, não era dificil de ser encontrado ali, já que estavam sem luz e comida, ou mesmo gás. Porque isso? Queria o endereço, porque mais tarde ela tomaria providências. Tirou duas vidas, ia salvar outras duas, ela queria o equilibrio. O Caos era certo, mas o caótico dela era neutro e assim deveria continuar, ou a Coisa ia escapar e muitos iam morrer.

Mas, a pior morte seria do lado dela que ainda acreditava que algo bom poderia ser achado mesmo num Mundo tão sujo. Passou pela cozinha, depois de abrir a porta da mesma, abriu a porta da sala, e desligara a luz da cozinha, tudo estava escuro.

Trancou a porta da cozinha.
Foi pra frente da porta do quarto das garotas.
Alterou o estado de sua voz, deixando que a Coisa falasse por ela.

- Fiquem felizes que deixei vocês viverem... Mas, posso voltar se não se comportarem. Amanhã a policia solta vocês e não tentem sair da casa, posso estar lá fora, esperando... - Ela sorria ao falar isso, o grilo falante e mau estava em seu ombro esquerdo, no lado do Diabo, ele mostrava-se agitado e frio ao mesmo tempo, ele queria mais sangue, mas ela controlou isso.

Hoje iam viver, mas amanhã? Não se sabe.
Alessa saia da casa satisfeita em alimentar-se, e não perder mais de si mesma lá dentro.
Voltaria pra casa, e dormiria em paz, de novo.
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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Dom Mar 27, 2016 10:25 pm

Alessa bebe com dificuldade o sangue da mulher morta, pois ele não se move mais dentro do corpo. Ao lamber a ferida para fechá-la ela percebe que não é mais possível, corpos mortos não cicatrizam... Mas o sangue no pescoço e ombro da mulher disfarçam um pouco a marca dos dentes de Alessa.

As garotas ficam quietas dentro do quarto enquanto e depois que Alessa fala com as mesmas, mas a voz na cabeça da Malkavian não gostava tanto assim de silêncio.

- Bom, bom, bom... Agora o que vamos fazer com as pequenas? Deixar elas morrerem de fome ou levamos elas p'ra casa? Aposto que você conseguiria adestrar esses dois animaizinhos, era só colocar uma coleira em cada e treiná-las para ir buscar coisas...
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Alessa Devener

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MensagemAssunto: Re: Ruas de Skind.   Sab Abr 16, 2016 10:50 pm



O Mau não precisava gritar na cabeça dela, apenas sussurrar.

- BASTA! CHEGA POR HOJE! - Bateu com força com a mão direita numa das paredes, olhando pro nada, mas enfurecida, por aquela noite, bastava, ela já tirara duas vidas, e uma era inocente, sequer tinha visto a luz do Sol.

Alessa saiu da casa, na manhã seguinte viriam ver o que aconteceu ali, e chegariam a constatação de que algum insano matou aquela mãe, deixando as filhas vivas e trancadas no quarto.

Foi pra sua casa, seu lar, seu verdadeiro Refúgio, e só sairia daquele local quando sentisse segurança de novo. Não para si mesma, e sim para os outros, porque naquela noite ela conseguiu vislumbrar os olhos sangrentos da Coisa, novamente e algo nela sabia que cada vez que encarava aquilo estava mais próxima dos demônios no Inferno.


Indo para seu refúgio.


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